Notes on the Akademy 2018

This year I attended to my fourth Akademy, the annual KDE summit.  The conference is always a good place to meet old and new KDE people. This year we had a lot of new faces showing up there, which is very good because new people might mean new ideas coming, more hands to work on KDE projects, and more mouths to spread our message 🙂 From Brazil we had three new contributors attending for the first time, Lays, Caio and Eliakin, from a total of eight Brazilians who participated this year. I think we can count with Tomaz and Helio although they are living in Germany 🙂

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Brazilian group at Akademy 2018.

As part of the conference program we had some good talks and the usual BoF’s (Birds of a Feather) sessions. This year, as part of our effort to get more people from Latin America to participate to LaKademy, the Latin American KDE Summit, we decided to host a BoF about KDE in America. Actually we were more interested in discuss with people from the three Americas about if we should try to make a big conference gathering all of us from South, North and Central America. We thought about a conference that could revive the Camp KDE and at the same time to get LaKademy outside of Brazil. Some possibilities were thought, like organize a conference in Cuba, Argentina, or in Colombia, because these are places where we might have local KDE teams to help with that. This is an idea that still needs to be matured, but the kick-off to thinking about a better integration of contributors in America has already been given.

In addition to BoF’s and talks, Akademy this year offered some trainings, which I thought was a great idea. The attendees could choose among four different trainings: Nonviolent Communication, Online Fundraising and Campaigning, Documentation writing for non-writers, and Public Speaking Training. Before the event I was very excited to participate in the non-violent communication training because I’ve been reading the Marshall Rosenberg’s book and enjoying to think of new forms of communications, especially a more empathetic one.

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Be able to communicate with people inside a big and diverse community like ours without using a violent language that provokes conflicts is a important goal that we should pursue as a community. The Akademy team is to be congratulated for having offered for us such a great opportunity to think and to practice non-violent communication in our context. I think we should have more this in the next Akademies. In my opinion, one of the ways we can attract more contributors to our community is making the environment even more friendly and the language we use to express ourselves is a very important part of this. So, to finish this post, I would like to say that my main highlight and insight from Akademy this year was think about empathy in our community. After all, for me Free Software it’s all about community <3.

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Akademy 2018 group photo.

Thank you all involved in make this community an amazing place to be!

 

 

 

LaKademy 2017: ampliando os horizontes

Nesse feriado de 1º de maio chegou ao fim mais uma edição do LaKademy, encontro latino-americano de usuários e contribuidores da comunidade KDE. Essa foi a 5ª edição do evento, que continua atraindo novos interessados em fazer parte da comunidade. Dessa vez tivemos 6 novatos participando, o que é um ótimo número, considerando que o evento em si é de pequeno porte, já que não é um evento de palestras ou cursos, mas um evento concentrado, no estilo sprint de contribuição.

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Foto em grupo do LaKademy 2017.

Durante 4 dias nós nos dedicamos a trabalhar em projetos de interesse de cada um. Foram 17 participantes que se dividiram entre tarefas de promo, tradução, desenvolvimento e design. Eu, por exemplo, me dediquei a terminar o site do LaKademy, a trabalhar com promoção da comunidade e tarefas de tradução.

O trabalho com promo foi em tempo integral, já que durante todo o evento eu me dediquei a fazer postagens nas redes sociais, a fotografar o evento e a estruturar o principal veículo de divulgação do LaKademy, que é o seu site. Como o evento já acontece há 5 anos e já é um evento consolidado, pensamos que já era um bom momento de fazer um site para ele. Pela experiência que tive na construção da Timeline KDE 20 anos, achei que seria divertido e interessante me aventurar também na construção desse site.

Escolhi fazer uma página em HTML estático, porque o site funcionaria apenas como um repositório de informações sobre as edições do evento. Nada que envolvesse notícias ou inserção de muitas informações e que exigisse um sistema robusto. Quando cheguei ao evento boa parte do site já estava pronta, faltando acertar a questão da responsividade a dispositivos móveis e localização das páginas para Espanhol e Inglês.

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Durante o primeiro dia eu trabalhei na responsividade do site, fiz algumas alterações no layout para que ele se adaptasse em dispositivos móveis. Na versão para desktop, o site possui um menu hover que claramente não funcionaria bem em dispositivos com tela touch. A solução foi configurá-lo para se tornar um menu clicável estilo hambúrguer quando o site fosse aberto em celulares e tablets. Com a ajuda do Francisco Fernandes, que fez essa parte do menu hambúrguer, o site pode ficar um pouco mais responsivo.

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O problema é que como eu não tinha usado Bootstrap (que teria facilitado muito a minha vida se tivesse sido utilizado desde o começo :D), quando eu fui adicionar o menu das línguas no site isso mexeu na configuração que havia sido feita do menu hambúrguer 😦 No fim das contas, a decisão que acabei tomando foi abrir mão de fazer em HTML estático e partir para algo que seja “mais organizado” e mais automatizado. O Farid Abdelnour se prontificou em me ajudar a fazer isso usando WordPress. Em breve, portanto, teremos um site do LaKademy mais bonito, mais responsivo e mais poderoso 🙂

Bom, mas no primeiro dia além desse trabalho no site também teve reunião com a equipe de tradução que estava presente no evento: Fred, Bianca e Camila. Nos reunimos para definir o fluxo de trabalho para a reestruturação do Vocabulário Padrão, um antigo projeto que existia aqui no Brasil e que estamos tentando recuperar desde o último LaKademy.  A ideia era subir o VP para a infra do KDE, o que conseguimos fazer durante o evento, e atualizar os seus termos à medida que formos revisando as traduções de software e documentação dos projetos da comunidade.

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Durante o segundo dia e terceiro dia, eu contei com a ajuda dos 3 (Fred, Bianca e Camila) para traduzir para o Inglês as páginas do site. A ideia é que o site esteja disponível em 3 idiomas. A versão em Inglês já está feita e o próximo passo é pedir ajuda de alguém do time tradução de Espanhol para realizar a tradução para essa língua.

Ainda no terceiro dia aconteceu de manhã a aguardada reunião de promo, da qual todos participam, independente da área. Ela é o momento do evento em que todos somam esforços para contribuir para a construção de estratégias que visem aprimorar a divulgação e o alcance dos projetos da nossa comunidade. É nela também que sempre discutimos o local de realização do próximo LaKademy, recebemos propostas ou já saímos com o local decidido. Nesse ano tivemos 3 propostas (Curitiba, Belém e Florianópolis), o que é muito bom, pois significa que tem muita gente disposta a organizar o evento por aí 😀

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No quarto e último dia eu me dediquei a revisar algumas coisas do código do site, como a integridade dos links e algumas partes da tradução. Mas o trabalho maior mesmo foi na parte de promo. Depois da reunião do dia anterior, onde discutimos sobre a necessidade de reestruturar algumas coisas do site do KDE Brasil, como melhorar as informações sobre os nossos canais de contato e comunicação, eu me dediquei a escrever um texto que apresentasse à comunidade as várias formas através das quais ela poderia se conectar ao grupo do KDE aqui no Brasil.

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Um gif bem legal 😀

No final, saímos do evento com muitas ideias legais a serem colocadas em prática e com a sensação de que estamos nos fortalecendo a cada LaKademy e trazendo gente nova e boa. Foi cansativo, foi puxado, mas ao mesmo tempo muito prazeroso ❤

Gostaria de agradecer ao KDE e.V. pelo apoio (mais uma vez) ao nosso trabalho. Ao Fred, que foi o anfitrião do evento esse ano, assim como a todos os participantes que contribuíram para a harmonia e sucesso do LaKademy 2017. Até 2018!

Para ver mais imagens do evento, basta visitar a nossa página no Flickr.

LaKademy 2017 just started!

The Latin America KDE Summit, LaKademy, just started today in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil. The country is in the middle of a general strike, which I’m supporting, but the LaKademy couldn’t stop. We’ve been organizing this meeting for a year.

The event will last until May 1, Internacional Worker’s Day. This year LaKademy is celebrating its 5th edition. It’s a special time to celebrate our activities here in Latin America and keep up the work to attract more contributors to community.

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LaKademy stickers.

This edition we have 6 new people attending to LaKademy, it’s a great number considering that the summit have 16 people in total. We hope all of them can keep contribute with community and also bring more people too 🙂

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Almost everyone gathered, some will still arrive.

In these raining days here in BH (how people lovingly call the city), I intend to finish the LaKademy website and work with some translations stuffs. I also plan to do my usual work, which is to think in ways to spread the KDE word to the world :).

Stay tuned, I will post more news about the event soon.

 

Como configurar scanner HP Deskjet 2136 no Chakra Linux

Recentemente comprei uma impressora multifuncional HP Deskjet 2136. A escolha por HP é meio óbvia para quem usa GNU/Linux, a empresa oferece um ótimo suporte para esse sistema.

Antes de começar a configuração, veja se você tem instalado o pacote “hplip”, que é o pacote de drivers da HP para Linux. Também é preciso instalar o “Sane“, ele é quem dá suporte ao scanner. E o programa para scannear, no caso eu uso o “Simple Scan”.

Ao plugar a impressora na minha máquina a configuração inicial foi bem simples. Como uso Plasma Desktop, da comunidade KDE, fui direto no Menu > Configurações do sistema > Impressoras. Depois disso você clica no botão “Clique para adicionar uma nova impressora”:

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Depois disso vai abrir uma janela solicitando que você insira sua senha de root. Feito isso basta clicar no botão “Ok” para dar prosseguimento a instalação:

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Se o sistema identificar a sua impressora ela vai aparecer na lista, como mostrado abaixo. Então é só selecioná-la e clicar em “Próximo”:

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A próxima janela vai exibir a lista de drivers para a sua impressora. Você vai perceber que a lista oferecer o “hpijs” e “hpcups”. Eu sugiro que você escolha o “hpcups”, porque é o driver mais novo:

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Depois é só clicar em “Concluir” e digitar sua senha de root.

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Então sua impressora estará configurada!

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O próximo passo agora é configurar o scanner, caso ele não tenha sido identificado automaticamente pelo sistema, como foi o meu caso. Ao abrir o Simple Scan e clicar no botão “Preferências” e depois em “Origem da digitalização”, o programa mostrava apenas a minha webcam como dispositivo reconhecido.

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A solução que consegui encontrar foi alterar o arquivo de configuração do sane, em /etc/sane.d/dll.conf. Como root eu acessei esse arquivo “dll” através do Vi e adicionei duas linhas: “hpoj” e “hpaio”. Isso fez com que o Simple Scan reconhecesse meu scanner e funcionasse direitinho. Se essas duas linhas já tiverem presentes no arquivo e tiverem comentadas, basta descomentá-las e testar se funciona também.

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Não sei se funciona em todos os casos e não sei se funciona em todas as distros, funcionou comigo no Chakra e pode ser uma luz pra quem não sabe como resolver. Se a princípio isso não funcionar, você pode tentar ver se não é um problema também de permissão. Eu tive também que adicionar manualmente o ID da minha impressora em /usr/lib/udev/rules.d/, tal como é explicado na wiki do Arch.

Enfim, espero que esse breve tutorial tenha sido útil. Qualquer dúvida, basta comentar aqui embaixo e se eu souber responder, com certeza ajudarei 😉