Estrella Roja: uma distro marxista

A Estrella Roja é uma nova distribuição linux criada pelos nossos hermanos argentinos. Ela é baseada no Debian 5.0 e no Slax 6.0.9. É uma distro Live-CD que contém aproximadamente 1.300 pacotes pré-instalados e usa como ambiente gráfico o KDE 3.5.

Até aqui nada de anormal pra uma distro linux, se não fosse o fato de que esta distro investe num discurso que pra muita gente soa como ultrapassado. Seus desenvolvedores investem na ideia polêmica de que o software livre é sim signo do comunismo e do socialismo, tecnologia através da qual os trabalhadores podem conseguir a independência política e econômica, além também do desenvolvimento socio-cultural. Nas palavras deles:

Sobre su nombre: “Las cinco puntas de la estrella roja representan los cinco dedos de la mano de cualquier proletario o trabajador. Así mismo, también denotan los cinco continentes de nuestro planeta. Esta idea va de la mano del concepto marxista de unión entre todos los trabajadores del mundo entero.”

* La Tecnología Comunitaria en América Latina y el resto del mundo


El uso de Tecnología Comunitaria tiene muchos fundamentos sociales, de resistencia cultural, entre otros… Algunos de sus pilares más importantes pueden ser:

La soberanía popular:‭ La Tecnología Comunitaria, GNU, “‬Linux‭” ‬o los Programas Libres gracias a su código fuente en “Licencia Pública General” (GPL‭)‬,‭ ‬nos dan la soberanía sobre nuestras máquinas y sistemas.‭ ‬Gestando su mismo proceso de desarrollo en forma pública, abierta y comunitaria.
Esto es fundamental cuando la era digital usa estas infraestructuras en el Estado y la sociedad cada día depende más de las tecnologías digitales.‭ ‬Un pueblo no puede depender de la injerencia del capitalismo o la política imperialista‭ ‬que es opresora de los trabajadores, y de los intereses populares de las mayorías.

Futuro trabajo en nuestra comunidad:‭ ‬Al romper con el monopolio de las multinacionales privativas como Micro$oft,‭ ‬el desarrollo,‭ ‬servicio y mantenimiento de Programas Libres,‭ ‬depende y genera más fuentes de empleo y un mercado local,‭ ‬dando posibilidades y oportunidades de trabajo digno,‭ ‬y estimulando proyectos de integración a América Latina, Iberoamerica y el mundo en terminos justos. Donde‭ ‬el deseempleo sumado a la crisis capitalista es un mal cada vez mas tanteable.

La independencia política:‭ ‬Las condiciones del Software privativo como Micro$oft y sus licencias restrictivas de uso y cultura,‭ ‬como sus comprobados‭ “‬errores‭” ‬de diseño‭ (‬Virus,‭ “‬piratería‭”‬,‭ ‬programas espías,‭ ‬etc‭) ‬y las puertas traseras que acatan leyes del país del Norte EEUU,‭ ‬quitan el derecho de autodeterminación de los pueblos.‭ ‬Es por eso clave los Programas Libres generaran un espectro de libertad e independencia política para la autogestión de nuestra Patria Grande y un mundo más justo.

Ahorro económico: Nuestros pueblos tienen muchas prioridades como la educación y el pleno empleo que aún no se han saldado; con el uso de Tecnología Comunitaria, ahorraremos la totalidad del precio de las licencias comerciales. Esto a nivel de Estados, instituciones, signfica muchas veces el ahorro de millones de pesos; que se invertiran realmente en el pueblo y no iranal saqueo y las arcas del capitalismo.

El desarrollo social y cultural:‭ ‬La idea que conlleva a la propiedad intelectual que pondera Micro$oft y otras multinacionales,‭ ‬intenta criminalizar el compartir del conocimiento y la cultura‭; ‬con el sólo objetivo de agotar como mercancía explotable hasta el ultimo centavo.‭ ‬Con los Programas Libres no tenemos estos limites,‭ ‬y su desarrollo tanto técnico como social naturalmente promulgara con el trabajo y la cultura,‭ ‬la buena educación,‭ ‬una mejora económica y de valores verdaderamente más justos y humanistas.

Optimización técnica:‭ ‬Con los Programas Libres,‭ ‬nuestras maquinas pasaran a nuestro control real,‭ ‬y optimizaremos su uso tanto de máquinas‭ “‬poco potentes‭” ‬haciendo un uso social efectivo y no un mero consumismo como plantea el uso de Windows Vista o Windows‭ ‬7.‭ ‬El tener el control de las máquinas,‭ ‬hará que las mismas puedan trabajar mas efectivamente para sus tareas sociales. Quedaremos libres de “formateos”, virus, amenazas, y demás problemas recurrentes que terminan en el famoso “formateo de Windows” o mercado de las “reparaciones”.

La tarea de la Tecnología Comunitaria en la construcción del hombre nuevo y el socialismo


Estrella Roja defiende principios socialistas y revolucionarios, a contramano de la explotación capitalista de la tecnología; que propaga por el mundo el imperialismo.

Un proyecto motivado por y para el movimiento revolucionario internacional, como latinoamericanista, socialista, comunista, marxista, guevarista, socialista-libertario, y toda corriente anticapitalista y antifascista o compañero que se sienta identificado con esta lucha.

Estrella Roja llega en respuesta técnopolítica al monopolio de Microsoft (y su megaespionaje) y al apolitismo del Software Libre, con ya demasiadas distribuciones claramente capitalistas como Xandros, Linspire, RxArt, OpenSolaris, Linux XP, etc. y otras más “comercializadas” por multimillonarios como el caso de Mark Shuttleworth y Ubuntu. (Lea “El lado oscuro de Ubuntu“)

No tiene financiamiento de ninguna empresa. Se esperanza en su pronta difusión comunitaria, con compromiso ético y moral a los ideales de la causa revolucionaria internacional.

Uno de sus objetivos es combatir al imperio de Microsoft en Latinoamérica e Iberoamérica, popularizando desde abajo el uso de Tecnología Comunitaria.


A los que dicen que “Linux” es incompatible con el socialismo, o que el proyecto es sólo propaganda, Estrella Roja les responde: “Los apoliticos se equivocan, la política es omnipresente, y ya esta mezclada con el Software(Windows, Linux, etc) y la tecnología en el momento que el sistema mundial capitalista explota a los trabajadores, en su modelo de producción, y de cultura hegémonico. Con el único afán de la concentración de riquezas para la burguesía.”

Fonte: Estrella Roja

3 opiniões sobre “Estrella Roja: uma distro marxista

  1. Há um ponto que quero levantar: o fato de que 99% das pessoas tem uma verdadeira aversão a palavras como "comunismo", "socialismo" e "anarquismo" sem sequer saber o que tais termos significam.Estamos em uma sociedade onde o conhecimento histórico tem se reduzido, no máximo, a saber o que se passou no dia anterior, esquecendo-o no próximo. E, é claro, sem ter nenhuma noção das causas e consequências de cada evento histórico que nos é apresentado. Isto, obviamente, reduz nossa capacidade de análise a zero, posto que é preciso ter uma base de conhecimentos para fazer qualquer leitura da realidade e do tempo presente.Portanto, basta qualquer comentarista a la Willian Bonner, Arnaldo Jabor ou Boris Casoy vomitar sua "verdade" para que as tomemos por absoluta, esquecendo-nos que essas pessoas trabalham para organizações que tem interesses próprios e que não necessariamente são os nossos. Falo de manipulação e propaganda massiva anti-socialista baseada em pseudo-verdades e em distorções grotescas.Uma destas distorções é afirmar que o que houve na antiga URSS foi socialismo. Qualquer estudioso sério sabe que apenas houve, naquele país, capitalismo de estado. Nada mais. E é o que há, ainda hoje, em Cuba. A tão propalada "China Comunista" também está a anos-luz de distância do correto significado deste termom, posto que o que lá reina beira ao escravismo básico. De socialismo — que se pode entender como controle social dos meios de produção e do estado em si — nada há ou houve. O caráter socialista da Revolução Russa em 1817, por exemplo, foi prematuramente assassinado quando o poder dos sovietes (comitês populares) foi suprimido e entregue aos bolchevistas, que eram a fração mais organizada no amplo movimento popular que fez a revolução.Portanto, acho que a discussão não é se um "Linux Socialista" ajuda a difundir o socialismo. A discussão deve ser outra: o porquê de termos — até instintivamente — tanto medo do socialismo. Vale também discutir o porquê de nos permitirmos tão alegremente ser dominados por pseudo-donos-da-verdade que recebem muito dinheiro para nos incutir uma ideologia que vai contra nossos próprios interesses enquanto trabalhadores.Entendamos o "Estrella Roja" como uma distro desenvolvida pela comunidade socialista, que é o que ele é, tão-somente. Se o olharmos assim, nenhum espanto nos causará, uma vez que há, por exemplo, distros desenvolvidas por comunidades religiosas. Sou plenamente favorável à livre associação: se marxistas querem se associar para criar uma distro e se querem incorporar as bandeiras do Linux às suas, ótimo: tecnologicamente é mais um braço a ajudar no desenvolvimento tecnológico, a ajudar na disseminação do software livre. E, politicamente, é também uma oportunidade de reforçar, nas correntes socialistas, valores importantes, como a descentralização, o livre desenvolvimento e, sobretudo, o valor maior do Linux: a liberdade. Todos só têm a ganhar com isso, não vejo razão alguma para sectarismo.Saudações Socialistas a todos!

  2. Você tem razão, isso é complicado, as pessoas podem criar uma certa antipatia pelo Linux. Os comentários recebidos pela noticia no BR-Linux mostram que isso é possível. A maior parte das pessoas criticam essa relação entre software livre e anarquismo/comunismo/socialismo.

  3. Ótima iniciativa a dos argentinos. Mas é perigoso misturar ideologia com software livre. Já dizia o Lessig que não é adequado usar um termo carregado historicamente como o socialismo para buscar definir ou mesmo contextualizar a questão atual. Não sei até que ponto uma coisa (nova distribuição linux) não serve como pretexto para propagar/difundir outra (o socialismo).

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