Sobre a teia de links que se forma nos blogs e que culminam em posts como esse. Ah, e sobre a arte cibernética também.

Essa coisa de blog é empolgante e vicia. Ontem mesmo tava falando sobre isso com alguns amigos. Contava a eles que tinha ido dormir a noite passada às 4 da manhã, fazendo um texto para postar aqui. O melhor nome que ganhei nessa conversa foi de asilada… rs rs rs… mas tudo bem!

Hoje, recebi alguns recados muito bacanas de incentivo à continuação deste blog e, o melhor, indicando links de algumas noticias que, sabiam eles , que me interessaria.

A noticia da qual vou falar neste post se trata justamente de um desses links gentilmente enviados a esta menina que vos fala. Quem me enviou foi o … na verdade ainda não sei seu nome, ele ficou de se apresentar numa outra ocasião, mas acho que posso chamá-lo de o espirito que anda.

Sim, tendo dito tudo isso, passarei agora a falar da noticia. Ela foi publicada no site do IDG NOW ontem, 2 de julho, e quando a vi só lembrei das viagens que o Pierre Lévy coloca no Cibercultura, sobre umas instalações e tal… umas pirações com arte virtual. É muito interessante:

Mostra Emoção Art.ficial 4.0 explora emergência da arte cibernética

São Paulo – Visitantes interagem diretamente com as obras que, diante das mudanças geradas, assumem formatos inesperados e divertidos.

A mostra ‘Emoção Art.ficial 4.0 – Emergência!’, que abre ao público nesta quarta-feira (02/07) no Instituto Itaú Cultural, na cidade de São Paulo, leva a arte cibernética, composta por robôs, sons e imagens, ao estado literal de emergência.

Os visitantes poderão conferir, até o dia 14 de setembro, 16 obras que abordam a imprevisibilidade da tecnologia em diversos ambientes. A estação Paraíso do metrô, por exemplo, recebe um gigante jardim virtual.

Jardim virtual no metrô

A obra Ultra-Nature, instalada no metrô Paraíso, é um painel gigante que simula um jardim virtual com espécies fictícias de plantas. Quando o público passa pela obra, as plantas se movimentam, espalham seus pólens e geram novas espécies – principalmente na hora do rush.


No Itaú Cultural, as obras de artistas brasileiros e estrangeiros, compostas por softwares, eletrônicos, aquários e até mecanismo de busca, ganham vida com a interação dos visitantes.

O resultado é imprevisível não só para o público, mas também para o autor das obras, que as criou para que o acaso divertisse as pessoas e aderisse a sua arte o tom do inesperado.

Fonte: IDG NOW

Maiores detalhes entre aqui

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